11ª Região Tradicionalista

11ª Região Tradicionalista

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Semana Farroupilha - Música Tema "Exaltando nossas riquezas"


Exaltando Nossas Riquezas
(Érlon Péricles/Duca Duarte)


Terra gaúcha, onde a gente planta e colhe,
Solo bendito que germina cada grão...
Dos verdes campos onde pasta a gadaria
Da sombra boa pra sorver o chimarrão

Às águas mansas de pureza cristalina
Que correm livres da Fronteira ao Litoral,
Matam a sede e irrigam nossos sonhos
Nesta paisagem de riqueza natural.

Este é o Rio Grande, tradição e sentimento,
Pago abençoado pelas mãos da natureza,
Que colhe os frutos do trabalho de sua gente
E que preserva sua história com nobreza.

É O MEU RIO GRANDE TCHÊ! MAS QUE BELEZA!
NUMA SÓ VOZ VAMOS CANTAR NOSSAS RIQUEZAS!

Indústria forte, agricultura e pecuária
Extrativismo e recursos minerais,
Nossa energia pulsando rumo ao futuro
Alicerçando iniciativas comerciais.

A dança, o canto, a tradição, a indumentária,
Fortalecendo a farroupilha identidade,
Um povo nobre que preserva sua cultura
Com liberdade, igualdade e humanidade!

Alma guerreira, herança guapa das origens,
Que guarda altiva este cenário de grandezas,
Num ideal de sempre honrar nossa bandeira,
Num compromisso de exaltar nossas riquezas!

 


Semana Farroupilha - Temário 2012 "Nossas Riquezas"

O temário “NOSSAS RIQUEZAS”, para os Festejos Farroupilhas 2012, foi apresentado e aprovado no 59º Congresso Tradicionalista Gaúcho, realizado no mês de janeiro deste ano, na cidade de Pelotas.
O Rio Grande do Sul, inicialmente habitado pelos índios, foi povoado oficialmente a partir de 1737. Todos aqueles que aqui chegaram, contribuíram para a formação do gaúcho nos deixando um legado que fazemos questão de vivenciar e preservar.
Estes bravos, vindos de muitos lugares, trouxeram consigo a determinação e a vocação para o trabalho. Não encontram riquezas como o ouro e a prata, mas as belezas naturais e as manadas de gado e cavalos xucros.
As riquezas do nosso estado, além daquelas da própria natureza, são fruto do trabalho e do espírito empreendedor da população que se formou pela miscigenação de raças e origens as mais variadas.
O temário dos Festejos Farroupilhas deste ano tem a pretensão de poder despertar nas entidades tradicionalistas, nas escolas e em toda a sociedade o interesse pelo estudo e pela divulgação das riquezas do Rio Grande do Sul.
Cada município ou cada Região Tradicionalista poderá selecionar aqueles aspectos que mais o caracterizem. Isso favorecerá a compreensão da geografia, da história e do potencial econômico que o uso das “riquezas” possibilita.
Rendemos homenagem à mãe natureza, pelas maravilhas da nossa paisagem geográfica, e ao povo sul-rio-grandense pelas riquezas que criou e pela cultura que construiu.

1. FAUNA

Para fins de estudo da fauna, podemos dividi-la entre animais nativos e animais trazidos de outras partes do mundo. Assim também podemos classificar os animais em três grandes grupos (sem preocupação com as classificações científicas): as aves, os peixes e os animais “terrestres”. Para os Festejos Farroupilhas, sugerimos que cada região do Estado dê destaque aos animais nativos mais presentes no ambiente natural, especialmente aquelas espécies que correm risco de extinção.

2.FLORA

Em cada canto um encanto de beleza da flora rio-grandense, colorida ou verde, rasteira ou de grande porte. As flores com sua beleza e romantismo, que são simbologias locais, bem como a flor símbolo do estado; as árvores que produzem frutos ou simplesmente abrigam e nos dão sombra. A erva mate (Ilex paraguariensis) quer nos possibilita o preparo do o chimarrão; o Umbú com sua sombra acolhedora; as araucárias características dos campos de cima de serra; as gramíneas que deram condições à expansão da pecuária; os angicos, guajuviras e aroeiras com as quais foram feitos os palanques para os alambrados; as pitangueiras e cerejeiras e seus frutos maravilhosos. .

3.ÁGUA

A rede de drenagem compreende rios que pertencem à bacia do Uruguai e rios que correm para o Atlântico. Os rios Jacuí, Taquari, Caí, Gravataí, Guaíba e dos Sinos, entre outros, são razoavelmente aproveitados para a navegação. A água que mata a sede, que irriga as plantações, que possibilita a navegação, que serve de habitat aos peixes, é a mesma que forma cascatas, que move moinhos e turbinas das usinas hidreletricas. Podemos destacar as águas doces internas (rios, lagos, córregos, vertentes) como podemos destacar a água salgada do mar que banha a nossa costa.

4. A AGRICULTURA

Os nativos plantavam e produziam alimentos (feijão, aipim, batatas, milho). Os açorianos trouxeram o trigo, os imigrantes as videiras e as hortaliças. O trabalho, geralmente anônimo, transformou nosso Estado num dos maiores produtores de grãos do País. A agricultura fornece a maior parte dos alimentos consumidos pela população. Destacar essa atividade, estudar a história da produção agrícola, relembrar os primeiros instrumentos de trabalho e sua evolução, será uma tarefa, alem de prazerosa, também uma forma de homenagem aos homens e mulheres que chamamos “colonos”. Cada município ou cada região destacará e valorizará os produtos mais importantes, desde as hortaliças até o soja, passando pela maça, pelos cítricos, pelo milho ou pela bananeiras.

5. A INDÚSTRIA

Com a chegada dos imigrantes alemães (e o incremento dos imigrantes italianos, pouco mais tarde) surgem as industrias familiares que foram crescendo e favorecendo e o desenvolvimento industrial marcante no Rio Grande do Sul. As indústrias coureiro-calçadista, metalúrgica, moveleira, química, cerâmica, do vestuário, etc. serão destacadas segundo o que melhor representar essa riqueza para o município. Podemos destacar a evolução, seja tecnológica, seja de processos de produção, valorizando o trabalho do homem e sua engenhosidade. .

6. O COMÉRCIO

As trocas ou a comercialização de produtos, a atividade marcante dos mascates, as primeiras casas de comercio, os armazéns, bem como as formas históricas de pagamento merecem ser estudadas. O comércio interno e externo (exportação), como fator produtor de riqueza. Percorrer o caminho entre os primeiros comércios de “secos e molhados” até o comércio realizado pela internet, será um exercício de valorização da nossa história e da nossa gente.

7. A PRODUÇÃO DE ENERGIA

Fator fundamental para o desenvolvimento das sociedades. A produção energética, representada pelas hidrelétricas, termelétricas (o carvão), parques eólicos, além da transformação do petróleo em combustível, é uma das nossas riquezas. A energia que ilumina nossas casa e ruas, que permite o funcionamento das indústrias, que traz confortos ao homem é a mesma que garante o funcionamentos dos hospitais e o transporte moderno.

8. EXTRATIVISMO

A atividade de extração de riqueza, especialmente do subsolo, mesmo que não tenha sido uma atividade econômica fundamental do nosso Estado, merece ser valorizada e destacada. O carvão que move as termelétricas, a areia como elemento fundamental da construção civil, as pedras preciosas ou semipreciosas ou a argila com que são produzidas telhas e tijolos, o calcário utilizado na agricultura, são, atualmente, riquezas importantes. Cada região identificará os produtos que mais caracterizem a atividade extrativa e poderá destacar os cuidados a preservação e recuperação das áreas nas quais essa atividade é desenvolvida.

9. CULTURA

O valor da cultura para a sociedade gaúcha, pode não ser monetário, mas tem grande importância para a fixação da identidade regional. Valorizar a cultura típica, manifestada pelas mais variadas formas (música, dança, literatura, usos e costumes, indumentária, etc.) é uma forma de fortalecer o caráter espiritual e a auto-estima da sociedade. Sob o ponto de vista econômico, a cultura tem sido importante para o desenvolvimento do turismo, especialmente o interno (observa-se o caso dos rodeios). Festividades, como os Festejos Farroupilhas, baseados na cultura e na história regionais, tem sido importantes e movimentam um volume significativo de recursos.

Odila Paese Savaris
Pedagoga – Conselheira do MTG-RS

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Semana Farroupilha

Saga Farrapa marcou o Rio Grande
As comemorações da Revolução Farroupilha - o mais longo e um dos mais significativos movimentos de revoltas civis brasileiros, envolvendo em suas lutas os mais diversos segmentos sociais - relembra a Guerra dos Farrapos contra o Império, de 1835 a 1845. O Marco Inicial ocorreu no amanhecer de 20 de setembro de 1835. Naquele dia, liderando homens armados, Gomes Jardim e Onofre Pires entraram em Porto Alegre pela Ponte da Azenha.
A data e o fato ficaram registrados na história dos sul-ro-grandenses como o início da Revolução Farroupilha. Nesse movimento revolucionário, que teve duração de cerca de dez anos e mostrava como pano de fundo os ideais liberais, federalistas e republicanos, foi proclamada a República Rio-Grandense, instalando-se na cidade de Piratini a sua capital.

As comemorações do Movimento Farroupilha, que até 1994 restringiam-se ao ponto facultativo nas repartições públicas estaduais e ao feriado municipal em algumas cidades do Interior, ganharam mais um incentivo a partir do ano 1995. Definida pela Constituição Estadual com a data magna do Estado, o dia 20 de setembro passou a ser feriado. O decreto estadual 36.180/95, amparado na lei federal 9.093/95, de autoria do deputado federal Jarbas Lima (PPB/RS), especifica que "a data magna fixada em lei pelos estados federados é feriado civil".
 
Amanhã, dia 14, a Chama Crioula será recebida no CTG Sentinela da Serra, e junto com ela, recuerdos, causos, do nosso belo passado, sendo assim, dado início às comemorações da Semana Farroupilha Municipal de Garibaldi.
O galpão diariamente receberá escolas, entidades e empresas, com uma vasta programação, e embasados no tema "Nossas Riquezas" a entidade busca semear no coração de cada visitante o amor pelo nosso Rio Grande do Sul, resgatando nossos bens materiais e imateriais.

Todos estão convidados a integrarem as comemorações da melhor semana do ano para nós Gaúchos.. a semana onde exaltamos nossos valores!
 
Dia 14 (Sexta-feira)
17h30min - Recepção à Chama Crioula
18h00min - Arriamento das Bandeiras
20h00min – Abertura Oficial da Semana Farroupilha Municipal
20h30min - Janta campeiro
                   Animação do Grupo Estradeiro

Dia 15 (Sábado)
7h00min – Café de chaleira
8h30min – Hasteamento das Bandeiras
9h 30min – Início da Gincana Farroupilha
12h00min – Almoço
17h30min – Enceramento da Gincana e Resultados
18h00min – Arriamento das Bandeiras
20h30min – Jantar Campeiro
                   Animação Tropilha Gaviona 
22h00min - Homenagem Ex Patrão Deomar Bianchini e Peão Farroupilha do RS 2011/2012 Douglas Uilliam de Quadros da Silva
 
Dia 16 (Domingo)
7h00 min – Café de chaleira
8h30 min – Hasteamento das Bandeiras
9h30min - Lidas Campeiras - Vaca parada, etafeta, rédeas
12h00min – Almoço
                 Homenagem aos Patronos 2012, Olmiro de Oliveira, e Vilmar Carvalho
17h30min - Encerramento das Lidas Campeiras
18h00min – Arriamento das Bandeiras
20h00min – Jantar

                  
 
Durante a Semana Farroupilha, a entidade através da Gestão de Prendas e Peões 2012/2013 estará promovendo a "Carreta da Solidariedade". A população é convidada a participar da Semana Farroupilha, sendo que não é cobrada entrada para os bailes, palestras e atividades, desta forma a entidade pede para que ao adentrar em nosso galpão faça uma doação de alimentos não perecíveis, os mesmos serão destinados à entidades carentes do município.

 

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Dia 5 de Setembro - Dia do Jovem Tradicionalista

 
 
Dia dedicado à todos os jovens que de alguma forma primam pela manutenção de nossas tradições, jovens que muitas vezes abdicam de compromissos pessoais, estudantis em prol do culto de nossos mais autênticos valores.
A data, 5 de Setembro, relembra o primeiro passo dado à 65 anos atrás, por oito jovens, que contrariando as tendências da época, retiraram uma centelha do fogo da pátria, criando a "Chama Crioula", sem imaginar o efeito futuro de tal feito.
 
Hoje, vivenciando a semana da pátria e o mês dos gaúchos, parabenizamos à todos os jovens que representaram o passado, que hoje atuam, e os que virão a erguer o futuro de nosso movimento, vocês são a fonte de energia capaz de manter vivo todo o amor às tradições gaúchas!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Dia 22 de Agosto - Dia Internacional do Folclore

 
O interesse pelo folclore nasceu entre o fim do século XVIII e o início do século XIX, quando estudiosos como os Irmãos Grimm e Herder iniciaram pesquisas sobre a poesia tradicional na Alemanha e "descobriu-se" a cultura popular como oposta à cultura erudita cultivada pelas elites e pelas instituições oficiais. Logo esse interesse se espalhou por outros países e se ampliou para o estudo de outras formas literárias, músicas, práticas religiosas e outros fatos chamados na época de "antiguidades populares". Neste início de sistematização os pesquisadores procuravam abordar a cultura popular através de métodos aplicados ao estudo da cultura erudita.
O termo folclore (folklore) é um neologismo que foi criado em 1846 pelo arqueólogo Ambrose Merton - pseudônimo de William John Thoms - e usado em uma carta endereçada à revista The Athenaeum, de Londres, onde os vocábulos da língua inglesa folk e lore (povo e saber) foram unidos, passando a ter o significado de saber tradicional de um povo. Na carta, ele pedia apoio para o levantamento de informações sobre tradições e lendas daquele país. O documento foi publicado no dia 22 de agosto e, por isso, a data foi escolhida como o Dia Mundial do Folclore. Esse termo (folclore) passou a ser utilizado então para se referir às tradições, costumes e superstições das classes populares. Posteriormente, o termo passou a designar toda a cultura nascida principalmente nessas classes, dando ao folclore o status de história não escrita de um povo. Mesmo que o avanço da ciência e da tecnologia tenha levado ao descrédito muitas dessas tradições populares, a influência do pensamento positivista do século XIX contribuiu para dignificá-las, entendendo-as como elos em uma cadeia ininterrupta de saberes que deveria ser compreendida para se entender a sociedade moderna. Assim, com a conscientização de que a cultura popular poderia desaparecer devido ao novo modo de vida urbano, seu estudo se generalizou, ao mesmo tempo em que ela passou a ser usada como elemento principal em obras artísticas, despertando o sentimento nacionalista dos povos.
 
Depois de iniciar e frutificar na Europa, o estudo do folclore se estendeu ao Novo Mundo, chegando ao Brasil na segunda metade do século XIX através dos precursores Celso de Magalhães e Sílvio Romero, e aos Estados Unidos, onde William Wells Newell, Mark Twain, Rutherford Hayes e um grupo de outros eruditos e interessados fundaram em 1888 a American Folklore Society, que de imediato iniciou a publicação de um jornal que continua em atividade até hoje, o Journal of American Folklore. A contribuição dos folcloristas norte-americanos foi especialmente importante porque desde logo suas pesquisas foram apoiadas pelas universidades e adquiriram autonomia, definindo novas fronteiras metodológicas e lançando as bases para a fundação do folclorismo como uma nova especialidade científica, paralela à Antropologia.
 
Em síntese, o folclore é o conjunto das tradições e de um povo, expressas nas suas lendas, crenças, canções e costumes. Mas o folclore é bem mais do que isso, constituindo-se na riqueza cultural da humanidade.

É através do folclore que se estabelecem as relações de identidades regionais. No nosso Estado, no Brasil e no mundo as tradições folclóricas reforçam os traços culturais de cada região.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Gestão 2012/2013

Nos dias 10 e 11, o CTG Sentinela da Serra, através do Departamento Cultural, promoveu o Concurso Interno de Prendas e Peões, responsável por compor a Gestão 2012/2013 que representará a entidade em eventos de cunho tradicionalista na 11ª Região Tradicionalista e no estado do Rio Grande do Sul.
Integrantes Gestão 2011/2012 e concorrentes

O concurso teve início na sexta-feira, dia 10, através da abertura solene, que contou com a presença do Patrão Elmídio Lopes, Capataz Gilmar Barili, integrantes da Patronagem 2012-2014, pais e tradicionalistas.



Após a abertura, ocorreu a despedida da Gestão 2011/2012, onde os integrantes se pronunciaram destacando a importância de participarem da Gestão, posteriormente houve a execução da prova escrita.
No sábado, 11, pela manhã ocorreram as provas artísticas, e na parte da tarde mostra folclórica das prendas e provas campeiras dos peões.
Os candidatos foram avaliados por integrantes do CTG Sopro do Minuano, da cidade de Monte Belo do Sul.


O resultado foi divulgado no Costelão em homenagem aos pais, que aconteceu no domingo, 12.

Prendinha Bonequinha - Kanandra Nunes


Prendinhas Dente De Leite - Alana Misturini e Laura Ferranti

Piá Farroupilha - Éric da Silva Castro

1ª Prenda Mirim - Milena Boaretto Guadagnin

Guri Farroupilha - Pietro Michelon Barili

3ª Prenda Juvenil - Victória Lopes Neis

2ª Prenda Juvenil - Tainara Correa

1ª Prenda Juvenil - Giovana Danieli Flores

Peão Farroupilha - Fabrício Erthal


1ª Prenda - Daniela Sabrina de Quadros da Silva





quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Luto no Tradicionalismo Garibaldense

As partidas nem sempre vem anunciadas, e mais uma vez o destino nos deixa tristes. Na tarde de ontem, dia 14 de Agosto, perdemos um de nossos sócios fundadores, mais um de nossos grandes amigos que continua sua jornada junto ao Patrão Celeste.

 "Dai-me uma cavalaria gaúcha que conquistarei o mundo!" com esta citação de Giuseppe Garibaldi, seguidamente entoada pela voz que se calou na tarde de ontem, afirmamos que o senhor, Seu Antoninho, conquistou muito mais do que o mundo.
Com o coração enlutado nos despedimos deste amigo, Antônio Cisilotto, presença ilustre em Desfiles Cívicos, Semanas Farroupilhas e Cavalgadas de 20 de Setembro, companheiro tradicionalista e integrante do Conselho Deliberativo - Patronagem 2012/2014.

Ficam em nossos recuerdos as palavras ditas sempre em boa hora, a postura de um exímio gaúcho, os causos, as conversas, as memórias partilhadas, e o grande exemplo deixado.
Sabemos que logo nos encontraremos, e o senhor estará nos aguardando de mate cevado para uma longa prosa. Deixamos aqui registrado também, nossas condolências à família.